segunda-feira, 11 de junho de 2012

ALUNOS MODERNOS




Alunos da Escola Anicetto Matti na aula no AEI( ambiente educacional informatizado), projeto implantado pela gerencia da eja no qual os alunos vão uma vez por semana, proporcionando atividades de pesquisa, jogos de alfabetização, jogos matematicos, escrita, leitura, entre outras, interagindo os alunos e os conteúdos  com  novas tecnologias.

terça-feira, 5 de junho de 2012

NUM PODE PERDE!!!!!

ocês tá cunvidados pra nossa FESTEJA, a festa junina da eja, num podi perde vai sê dia 28 de junho, as 20hrs na iscola municipar MIDUFO VADA jardim quebec. vai tá muito animada.





domingo, 3 de junho de 2012

RELATOR QUER NEGOCIAR METAS DE INVESTIMENTO COM O GOVERNO.

O relator do projeto que cria o novo PNE (Plano Nacional de Educação), deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), disse hoje (30) que solicitou uma nova rodada de negociação com o governo para tentar aumentar a meta de investimento na área prevista no seu relatório.
Hoje a comissão especial que analisa a matéria se reuniu para continuar a leitura do voto de Vanhoni que sugere uma meta de investimento de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação no prazo de dez anos.
O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir em dez anos – entre elas o aumento do atendimento em creche, a melhoria da qualidade da educação e o crescimento do percentual da população com ensino superior.
O ponto mais polêmico ainda é a meta de investimento. O relatório prevê que, no prazo de dez anos, se amplie o financiamento na área para 7,5% do PIB – hoje investe-se 5,1%. Esse é o limite negociado com o governo. Entretanto, parte dos parlamentares da comissão especial que analisa o PNE e entidades da sociedade civil pressionam para que esse índice seja revisto para 10%.
Vanhoni defende que o índice de 7,5% é suficiente para “enfrentar os problemas estruturantes da educação nos próximos dez anos”. Ele avalia que a reivindicação dos 10% do PIB virou uma bandeira política e discorda que esse seja o patamar necessário para que as metas do plano sejam cumpridas.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

MINISTRO DEFENDE 100% DA INCLUSÃO

Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, 31, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu a política de estímulo à educação especial em classes regulares. “O Brasil tem que ter 100% das crianças e jovens com deficiência na escola. A escola de atendimento especial é um direito, sim, mas para ser exercido de forma complementar e não excludente”, enfatizou.

Mercadante citou dados do censo da educação básica, que mostram que no ano 2000 havia apenas 21,4% das pessoas com deficiência matriculadas no ensino regular público. Em 2011, o número saltou para 74,2%. Além disso, 22% das escolas hoje têm acessibilidade. Há 12 anos, eram apenas 2,2%. Em relação ao acesso, segundo o ministro, 69% dos favorecidos pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) estão nas escolas públicas. E 78% dos professores já passaram por formação em educação especial.

“A política de educação inclusiva permitiu um crescimento espetacular, de forma que os estudantes com deficiência convivem com os outros alunos e os outros alunos convivem com eles”, afirmou Mercadante. Ele lembrou ainda que escolas estão sendo reformadas e ônibus escolares adaptados para permitir a acessibilidade.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

RELATOR DO PNE ANGELO VANHONI DEFENDE 7,5% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO.

O relator do projeto que cria o novo PNE (Plano Nacional de Educação), deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), disse hoje (30) que solicitou uma nova rodada de negociação com o governo para tentar aumentar a meta de investimento na área prevista no seu relatório.
Hoje a comissão especial que analisa a matéria se reuniu para continuar a leitura do voto de Vanhoni que sugere uma meta de investimento de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação no prazo de dez anos.
O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir em dez anos – entre elas o aumento do atendimento em creche, a melhoria da qualidade da educação e o crescimento do percentual da população com ensino superior.
O ponto mais polêmico ainda é a meta de investimento. O relatório prevê que, no prazo de dez anos, se amplie o financiamento na área para 7,5% do PIB – hoje investe-se 5,1%. Esse é o limite negociado com o governo. Entretanto, parte dos parlamentares da comissão especial que analisa o PNE e entidades da sociedade civil pressionam para que esse índice seja revisto para 10%.
Vanhoni defende que o índice de 7,5% é suficiente para “enfrentar os problemas estruturantes da educação nos próximos dez anos”. Ele avalia que a reivindicação dos 10% do PIB virou uma bandeira política e discorda que esse seja o patamar necessário para que as metas do plano sejam cumpridas.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

EJA. LOCAL DE ENCONTRO DE GERAÇÕES

A presença de adolencentes na EJA esta cada vez maior a necessidade de compor a renda familiar faz com que muitos alunos deixem o Ensino Fundamental regular antes de concluí-lo. Esta seria só mais uma foto de uma confraternização ,mais mostra esse encontro de gerações que acontece na Educação de Jovens e Adultos. Relação harmoniosa e com muita troca de experiências.